Curiosidades

Famosos Enganos dos Cientistas Famosos

Respire fundo, acredite ou não,  cientistas não estão sempre certos, nós realmente os colocamos em um pedestal não é verdade? Nós classificamos os cientistas como especialistas, compramos coisas que “foram comprovadas cientificamente”… Mas cientistas são humanos também. Não é justo esperarmos perfeição deles não é? Mas nós não podemos esperar pelo menos um nível razoável de competência?

10: Alquimia

A ideia de converter chumbo em ouro pode paracer meio louco hoje em dia, mas volte ao passado e finja que você mora na era antiga ou medieval.

 Finja que você nunca foi ao colégio e não sabe nada sobre os elementos, números atômicos ou a tabela periódica. O que você sabe é que você já viu reações químicas e que pareceram impressionantes, substâncias mudando de cor, faíscas, explosões, evaporação, crescimento, encolhimento, cheiro estranho – tudo diante de seus olhos.

Agora, se a química pode fazer tudo isso, parece razoável que possa ser possível converter um metal cinza chato e sem graça em um amarelo e brilhante, certo? Na esperança de conseguirem realizar essa tarefa, os alquimistas procuraram a mítica “pedra filosofal”, uma substância que eles acreditavam que ampliava o poder da alquimia.

Eles também passaram muito tempo em busca pelo “elixir da vida”. Também nunca acharam.

9: Objetos pesados caem mais depressa

Ok, uma pegadinha para vocês: os objetos mais pesados caem mais depressa que os mais leves? Hoje todos sabemos que não, mas é compreensível como Aristóteles pode ter errado essa.

Somente após Galileo surgir no final do século 16 que alguém realmente testou isso. Embora ele muito provavelmente, como reza a lenda, nunca jogou pesos da torre de Pisa, Galileo realmente executou experimentos que comprovavam sua teoria que os objetos sofrem aceleração da gravidade na mesma intensidade. No século 17, Isaac Newton nos levou um passo adiante, descrevendo a gravidade como a atração entre dois objetos: na terra, a força mais importante é a atração de um único objeto pesado (nosso planeta) e tudo que está nele.

Algumas centena de anos depois, o trabalho de Albert Einstein nos levaria em uma nova direção, vendo a gravidade como a curvatura que objetos causam no espaço-tempo. E ainda não acabou. Até hoje, físicos  estão tentando achar uma teoria que funcione bem nos campos macroscópico, microscópico e, inclusive, subatômico. Boa sorte com isso.

8: Flogisto

O quê? Você nunca ouviu falar de flogisto? Bem, não se chateie com isso, porque ele não é real.

A existência do flogisto foi proposta em 1667  por Johann Joachim Becher, foi um outro elemento a ser incluído na lista (terra, água, ar, fogo e, alguma vezes, éter); não era fogo em si, ma do que o fogo era feito. Todo objeto combustível continha essa substância, Becher insistia, e elas liberavam-o quando queimadas.

Cientistas aceitaram essa teoria e começara a usá-la para explicar algumas coisas sobre o fogo e a combustão: por que as coisas paravam de queimar (provavelmente teve todo seu flogisto consumido, por que o fogo precisa de ar para queimar (o ar deve absorver flogisto), por que respiramos (para nos livramos do flogisto em nosso corpo)

Hoje, todos aprendemos que nós respiramos o oxigênio para realizar a respiração celular, que objetos precisão de oxigênio (ou um agente oxidante) para queimar e que flogisto não existe!

7: A chuva segue o arado

Se fosse tão simples assim. É até triste saber que a humanidade tenha acreditado na ideia de que a terra ficaria mais fértil com o cultivo por tanto tempo. Será que ninguém observou a sua volta e viu que todo esse cultivo em terreno árido não estava resolvendo?

É muito para observar.

Na verdade, essa teoria bastante errônea (popular durante a expansão Americana e Australiana) deve ter ficado viva por tanto tempo em parte por funcionar algumas vezes, ou ao menos parecer que funcionou.

O que nós sabemos é que o arado não estava trazendo a chuva na verdade; foram os padrões de meteorológicos de longo prazo. Regiões áridas (como o nordeste, por exemplo) passam por um ciclo de secas, seguido por um ciclo de anos mais úmidos. Espere mais algum tempo e você vai ter alguns anos molhados.

Só tem um problema: espere mais alguns anos e a chuva vai embora de novo – mas agora você tem a civilização para dar apoio.

6: A Terra só tem 6.000 anos de vida

A um tempo atrás, a Bíblia era considerada um trabalho científico. Realmente. As pessoas meio que assumiam que era precisa, mesmo quando não fazia muito sentido.

Veja a idade do planeta, por exemplo.

No século 17, um erudito religioso deu uma olhada profunda na Bíblia e estimou que a criação ocorrou mais ou menos em 4004 A.C. (você sabe, aproximadamente). Some aí aproximadamente 2000 para chegar ao século 18,quando os  geólogos ocidentais leitores da Bíblia começaram a perceber que a Terra estava em constante mudança e transformação, e você chega a aproximadamente 6.000 anos.

Hum… Esses eruditos bíblicos talvez estivessem um pouco errados. Estimativas atuais, baseadas em datação por radioatividade, colocam a idade da terra em cerca de, eh, 4.5 BILHÕES de anos.

 Por volta do século 19, geólogos começaram a ligar as peças para perceber que, se as mudanças ocorriam tão lentamente como eles pensavam que ocorriam  e se aquele tal de Darwin estivesse tão correto sobre a evolução (que também era um processo lento), a Terra deveria ser BEM mais velha do que eles pensavam. O surgimento da datação por radioatividade no início do século 20 iria, eventualmente, provara que eles estavam corretos.

5: O átomo é a menos partícula que existe

Acredite ou não, nós não eramos tão estúpidos nos tempos antigos. A ideia de que a matéria era composta de partículas menores individuais (átomos) já existe a milhares de anos – mas a ideia de que existia algo menor que isso foi mais difícil de surgir

Foi somente no início do século 20 quando físicos como J.J. Thompson, Ernest Rutherford, James Chadwick e Neils Bohr surgiram, que nós começamos a entender o básico da física das partículas: prótons, nêutrons e elétrons e como eles faziam um átomo ser o que é. A partir daí nós avançamos muito: em direção aos quarks e bósons de Higgs, anti-elétrons e muon neutrinos. Vamos torcer para que não fique muito mais complicado do que isso.

4: DNA não é muito importante

O DNA foi descoberto em 1869 mas, por muito tempo, foi considerado como um assistente pouco reconhecido: fazendo todo o trabalho sem nenhum crédito, sempre eclipsado pelas suas proteínas mais brilhantes.

Mesmo após experimentos na metade do século 20 oferecerem provas de que o DNA era, realmente, o material genético, muitos cientistas afirmavam categoricamente que as proteínas, não o DNA, eram a chave da hereditariedade  DNA, eles pensavam, era simples demais para carregar tanta informação.

Somente após Watson e Crick publicarem seu importante modelo de hélice dupla da estrutura do DNA em 1953 que os biólogos começaram a entender como uma molécula tão simples pode fazer tanto. Talvez eles estivesse confundindo simplicidade com elegância.

3: Germes nas cirurgias

Ria ou chore (você escolhe), mas até o final do século 19, médicos realmente não viam necessidade em lavar as mãos antes de pegar um bisturi.

O resultado? Muita gangrena. A maioria dos médicos do século 19 tendiam a atribuir o contágio ao “ar ruim” e culpavam as doenças no desequilíbrio dos quatro humores (isso é sangue, fleuma, bile amarela e bile negra, se você não estiver familiarizado).

 A “Teoria dos germs” (a ideia revolucionária de que germes causavam doenças) já estava por aí a algum tempo, mas somente após Louis Pasteur entrar na história em meados de 1860 que as pessoas começaram a escutar. Levou um tempo, mas médicos como Joseph Lister eventualmente juntou os pontos e percebeu que hospitais e médicos tinham o potencial de transmitir germes que poderiam colocar a vida de pacientes em risco.

Lister foi o pioneiro da ideia de realmente limpar os ferimentos e usar um desinfetante. Lembre-se dele na próxima vez que você buscar o seu antisséptico.

2: A Terra é o centro do universo

Devido ao grande ego da humanidade, o modelo de sistema solar centrado na terra do astrônomo do século II Ptolomeu (absolutamente errado) não durou somente 20 ou 30 anos; ele perdurou por um milênio e um pouco mais.

Só foi aproximadamente 1.400 anos depois que Copérnico publicou seu modelo heliocêntrico (centrado no sol) em 1543. Copérnico não foi o único a sugerir que nós orbitamos o sol, mas sua teoria foi a primeira a ganhar força.

Noventa anos depois da publicação, a Igreja Católica ainda estava presa à ideia de que nós eramos o centro de tudo e lutavam contra Galileu em sua defesa da visão de Copérnico. Velhos hábitos nunca morrem.

1: Sistema Circulatório

Você não precisa ser um médico para saber o quanto importante é o coração… Mas, na Grécia antiga, você poderia ser um médico e, ainda assim, não ter ideia do quanto o coração é importante.

Naquela época, medicos acreditavam (sem brincadeira) que o fígado (não o coração) circulava o sangue junto com bile a fleuma, enquanto o coração circulava “espirito vital” (o que quer que seja isso).

Como eles podiam estar tão enganados? Ainda piora.

 O médico Grego Galen teorizou que o sangue se movia para frente e para trás e era consumido pelos órgãos como combustível. E tem mais, essas ideias ficaram firmes por um período longo. Por quanto tempo?

Somente em 1628 o físico inglês William Harvey nos revelou seu grande segredo do coração. O “Estudo anatômico do movimento do coração e do sangue em animais” demorou um tempo para se firmar mas, alguns anos depois, parece que isso é mais do que o senso comum.

 

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